quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Seminário de Créditos de Carbono
A data limite para um novo acordo precisa se firmar até a Conferência das Partes 15 de 2009, e a última conferência antes desta é a Conferência de Poznan realizada na Polônia entre 1 e 12 de dezembro de 2008. Para avaliar as tendências e perspectivas de continuidade, de tendências ou novos direcionamentos do mercado é preciso conhecer as tendências formatadas na conferência. É para apresentar essas tendências que a Caju Negócios Sustentáveis realizará no dia 17 de Dezembro, logo depois da COP14, com palestrantes que estiveram lá.
É uma ótima oportunidade para quem atua no mercado e não teve a oportunidade de estar presente na conferência.
Equipe de Eventos Caju Negócios Sustentáveis
FONTE: http://www.cajusustentavel.com.br/site_v2/php/index.php?req=proximos_eventos&evn_id=60
(acesso: 11/12/2008 - ás 09h50)
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Amazônia - Apoio ao Desenvolvimento Sustentável
Conhecida em âmbito mundial como a maior floresta tropical do mundo - são 4,1 milhões de km2 de florestas somente em território brasileiro - e pelo Rio Amazonas (o maior do mundo em volume de água, com uma bacia de 7.3 milhões de km2 e 1.100 afluentes), a Amazônia é uma região vasta e rica em recursos naturais: possui grandes estoques de madeira, borracha, castanha, peixes, minérios e plantas, das quais se extraem óleos e essências para uso medicinal, cosmético e alimentício, entre outros.A densidade demográfica na região amazônica é baixa (dois habitantes por quilômetro quadrado) e está concentrada, principalmente, em poucas cidades ao longo dos rios. A riqueza cultural, proveniente das diversas etnias indígenas e das várias correntes migratórias, inclui o conhecimento tradicional sobre os usos e a forma de explorar os recursos da floresta sem esgotá-los nem destruir o habitat natural.
A região apresenta índices socio-econômicos muito baixos e enfrenta dificuldades decorrentes da falta de infraestrutura urbana e serviços públicos - como transporte, água tratada e esgoto, energia, comunicação, escolas - bem como de tecnologia. Tais deficiências se traduzem em baixa qualidade de vida e falta de oportunidades para a população, ao mesmo tempo que elevam o custo da produção, dificultam a agregação de valor e o escoamento e, por isso, reduzem a rentabilidade econômica. Nos últimos 40 anos surgiram novas ameaças, como o desmatamento (principalmente devido a queimadas, conversão de terras para a agricultura), ocupação desordenada da terra, uso inadequado do solo e a execução de grandes obras (estradas, barragens, usinas etc) sem que tenham sido tomados os cuidados prévios para minimizar esse impacto.
Para mudar esse cenário, o WWF-Brasil defende a adoção de uma agenda em prol do desenvolvimento sustentável e da conservação da biodiversidade. Para isso, baseia-se no conceito ecorregional, que leva em conta a grande diversidade de paisagens do bioma e o impacto que qualquer elemento físico ou biológico tem sobre os demais. As prioridades são as florestas, os rios e lagos, com sua flora, fauna e os povos que ali habitam.
A idéia básica é valorizar a vocação florestal e aquática da região, conservando e utilizando os recursos naturais de forma racional e duradoura para beneficiar todos os segmentos sociais da região amazônica em particular e do Brasil em geral. Ou seja, assegurar o desenvolvimento econômico e social da região e do país de forma continuada.Para isso, desenvolve três linhas de trabalho:
- Conservação da biodiversidade e parques
- Uso sustentável dos recursos naturais
- Educação Ambiental e Comunicação
Ao mesmo tempo, o WWF-Brasil utiliza uma abordagem ecorregional do bioma, e o trabalho é desenvolvido prioritariamente em duas ecorregiões: Sudoeste da Amazônia (que abrange os estados do Acre, Rondônia e parte do Amazonas) e Várzeas da Amazônia (terras baixas ao longo da calha dos rios Amazonas e Solimões, cobertas por florestas que ficam inundadas durante o período das cheias).
FONTE: http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/meio_ambiente_brasil/amazonia/index.cfm
(acesso: 08/12/2008 ás 19h45)
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Reuso de água
Neste sentido, deve-se considerar o reuso de água como parte de uma atividade mais abrangente que é o uso racional ou eficiente da água, o qual compreende também o controle de perdas e desperdícios, e a minimização da produção de efluentes e do consumo de água.Dentro dessa ótica, os esgotos tratados têm um papel fundamental no planejamento e na gestão sustentável dos recursos hídricos como um substituto para o uso de águas destinadas a fins agrícolas e de irrigação, entre outros.Ao liberar as fontes de água de boa qualidade para abastecimento público e outros usos prioritários, o uso de esgotos contribui para a conservação dos recursos e acrescenta uma dimensão econômica ao planejamento dos recursos hídricos.
O reuso reduz a demanda sobre os mananciais de água devido à substituição da água potável por uma água de qualidade inferior. Essa prática, atualmente muito discutida, posta em evidência e já utilizada em alguns países é baseada no conceito de substituição de mananciais. Tal substituição é possível em função da qualidade requerida para um uso específico.Dessa forma, grandes volumes de água potável podem ser poupados pelo reuso quando se utiliza água de qualidade inferior (geralmente efluentes pós-tratados) para atendimento das finalidades que podem prescindir desse recurso dentro dos padrões de potabilidade.
Tipos de Reuso
A reutilização de água pode ser direta ou indireta, decorrentes de ações planejadas ou não:Reuso indireto não planejado da água: ocorre quando a água, utilizada em alguma atividade humana, é descarregada no meio ambiente e novamente utilizada a jusante, em sua forma diluída, de maneira não intencional e não controlada. Caminhando até o ponto de captação para o novo usuário, a mesma está sujeita às ações naturais do ciclo hidrológico (diluição, autodepuração).Reuso indireto planejado da água: ocorre quando os efluentes, depois de tratados, são descarregados de forma planejada nos corpos de águas superficiais ou subterrâneas, para serem utilizadas a jusante, de maneira controlada, no atendimento de algum uso benéfico.
O reuso indireto planejado da água pressupõe que exista também um controle sobre as eventuais novas descargas de efluentes no caminho, garantindo assim que o efluente tratado estará sujeito apenas a misturas com outros efluentes que também atendam ao requisito de qualidade do reuso objetivado.Reuso direto planejado das águas: ocorre quando os efluentes, após tratados, são encaminhados diretamente de seu ponto de descarga até o local do reuso, não sendo descarregados no meio ambiente. É o caso com maior ocorrência, destinando-se a uso em indústria ou irrigação.Aplicações da Água Reciclada
Irrigação paisagística: parques, cemitérios, campos de golfe, faixas de domínio de auto-estradas, campus universitários, cinturões verdes, gramados residenciais.
Irrigação de campos para cultivos: plantio de forrageiras, plantas fibrosas e de grãos, plantas alimentícias, viveiros de plantas ornamentais, proteção contra geadas.Usos industriais: refrigeração, alimentação de caldeiras, água de processamento.Recarga de aqüíferos: recarga de aqüíferos potáveis, controle de intrusão marinha, controle de recalques de subsolo.Usos urbanos não-potáveis: irrigação paisagística, combate ao fogo, descarga de vasos sanitários, sistemas de ar condicionado, lavagem de veículos, lavagem de ruas e pontos de ônibus, etc.
Finalidades ambientais: aumento de vazão em cursos de água, aplicação em pântanos, terras alagadas, indústrias de pesca.Usos diversos: aqüicultura, construções, controle de poeira, dessedentação de animais.Aproveitamento de Águas de Chuva
As águas de chuva são encaradas pela legislação brasileira hoje como esgoto, pois ela usualmente vai dos telhados, e dos pisos para as bocas de lobo aonde, como "solvente universal", vai carreando todo tipo de impurezas, dissolvidas, suspensas, ou Simplesmente arrastadas mecanicamente, para um córrego que vai acabar dando num rio que por sua vez vai acabar suprindo uma captação para Tratamento de Água Potável. Claro que essa água sofreu um processo natural de diluição e autodepuração, ao longo de seu percurso hídrico, nem sempre suficiente para realmente depurá-la.Uma pesquisa da Universidade da Malásia deixou claro que após o início da chuva, somente as primeiras águas carreiam ácidos, microorganismos, e outros poluentes atmosféricos, sendo que normalmente pouco tempo após a mesma já adquire características de água destilada, que pode ser coletada em reservatórios fechados.
Para uso humano, inclusive para como água potável, deve sofrer evidentemente filtração e cloração, o que pode ser feito com equipamento barato e simplíssimo, tipo Clorador Embrapa ou Clorador tipo Venturi automático. Em resumo, a água de chuva sofre uma destilação natural muito eficiente e gratuita.Esta utilização é especialmente indicada para o ambiente rural, chácaras, condomínios e indústrias.
O custo baixíssimo da água nas cidades, pelo menos para residências, inviabiliza qualquer aproveitamento econômico da água de chuva para beber. Já para Indústrias, onde a água é bem mais cara, é usualmente viável sim esse uso.O Semi árido Nordestino tem projetos onde a competência e persistência combatem o usual imobilismo do ser humano, com a construção de cisternas para água de beber para seus habitantes.
FONTE: http://www.cetesb.sp.gov.br/Agua/rios/gesta_reuso.asp
(acesso: 03-12-2008)
IV Simpósio Internacional de Meio Ambiente
INTRODUÇÃO
A preocupação com o meio ambiente e o desenvolvimento sustentável foi
destacado mais fortemente no cenário mundial após a criação em 1983 da
Comissão Mundial sobre Ambiente e Desenvolvimento (WCED) por parte da
Organização das Nações Unidas (ONU).
No Brasil, sediado no Rio de Janeiro, um evento com esta preocupação foi
realizado em 1992, denominado de Eco-92, onde um dos principais resultados da
conferência foi o estabelecimeto da Agenda 21. Esta Agenda é o documento que
evidenciou a importância de cada País em se comprometer a refletir, global e
localmente, sobre a forma pela qual governos, empresas, organizações nãogovernamentais
e todos os setores da sociedade poderiam cooperar no estudo de
soluções para os problemas sócio-ambientais.
As ações prioritárias da Agenda 21 brasileira são os programas de inclusão social
(com o acesso de toda a população à educação, saúde e distribuição de renda), a
sustentabilidade urbana e rural, a preservação dos recursos naturais e minerais e a
ética política para o planejamento rumo ao desenvolvimento sustentável.
Alinhado com estas ações, os eventos internacionais e nacionais, que abordam os
aspectos como a preservação, conservação e recuperação do meio ambiente,
além da educação ambiental, são de importância fundamental para a preservação
da qualidade de vida, meio ambiente, equilíbrio ecológico e conscientização
ambiental.
Com este objetivo será organizado el IV Simpósio Internacional de Meio
Ambiente em 2009, na cidade do Rio de Janeiro.
Taxa de Inscrição
Categoria / Valores (em R$) Até 10 de Janeiro de 2009
Participantes brasileiros R$ 600,00
Estudantes brasileiros de PG R$ 300,00
Estudantes brasileiros de Grad. R$ 200,00
Participantes estrangeiros USD 400,00
Estudantes estrangeiros PG USD 200,00
Estudantes estrangeiros Grad. USD 130,00
FONTE: http://www.brasilpnuma.org.br/outros/1a%20circular%20IVSIMA.pdf
(acesso dia 03-12-2008)