domingo, 4 de janeiro de 2009
Contra efeito estufa, imagem de satélite
da PrimaPagina
Dez países subdesenvolvidos com riscos ambientais receberão, sem custos, imagens de satélite para controle de emissão de gases estufa e outros danos ambientais. A iniciativa é fruto de um acordo do PNUD com o governo francês e o governo da Bretanha (região da França) e vai beneficiar três nações sul-americanas: Uruguai, Peru e Colômbia.
O projeto integra uma rede de satélites públicos e privados que pertencem a oito entidades diferentes. Além dos sul-americanos, as imagens também serão enviadas a partir de 2009 para Marrocos, Senegal, Uganda, Moçambique, Indonésia, Albânia e Macedônia. Com elas, será possível mapear emissões, desmatamento, desertificação e determinar áreas que correm risco de ser inundadas, afirma um comunicado sobre o projeto.
“A razão para fazer bons mapas é, primeiramente, determinar a vulnerabilidade dos países do hemisfério sul às questões climáticas e, em segundo lugar, para que esses países tenham um inventário das fontes de emissões de gases estufa”, disse a diretora de Energia e Meio Ambiente do PNUD, Veerle Vandeweerd, em coletiva de imprensa no lançamento do programa, em 9 de dezembro, durante a 14ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, um encontro de líderes mundiais que ocorreu na Polônia.
Veerle acrescentou que, apesar de os países desenvolvidos serem os maiores emissores de carbono e outros gases, os subdesenvolvidos são os mais vulneráveis às questões climáticas. Segundo ela, isso aumenta a importância de esses países planejarem ações em prol do meio ambiente. A diretora acredita que o sistema seja uma forma de incentivar a cooperação norte-sul.
O objetivo do projeto é aumentar a capacidade de ação das regiões envolvidas e divulgar experiências que deram certo nos países desenvolvidos, para que sirvam de exemplo a novas ações. Segundo os criadores, medidas locais, sub-nacionais, são as principais responsáveis pela redução dos efeitos das mudanças climáticas.
“Temos a cobertura de 500 regiões diferentes e, num mundo ideal, nos voltaríamos para todas as 500 porque há a necessidade”, diz Veerle Vandeweerd. Ela diz que para isso o projeto precisará crescer em estrutura, mas que também é preciso o interesse dos países em participar.
FONTE: http://www.pnud.org.br/meio_ambiente/reportagens/index.php?id01=3116&lay=mam
(acesso: 04/01/2009 - ás 14h52)
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Seminário de Créditos de Carbono
A data limite para um novo acordo precisa se firmar até a Conferência das Partes 15 de 2009, e a última conferência antes desta é a Conferência de Poznan realizada na Polônia entre 1 e 12 de dezembro de 2008. Para avaliar as tendências e perspectivas de continuidade, de tendências ou novos direcionamentos do mercado é preciso conhecer as tendências formatadas na conferência. É para apresentar essas tendências que a Caju Negócios Sustentáveis realizará no dia 17 de Dezembro, logo depois da COP14, com palestrantes que estiveram lá.
É uma ótima oportunidade para quem atua no mercado e não teve a oportunidade de estar presente na conferência.
Equipe de Eventos Caju Negócios Sustentáveis
FONTE: http://www.cajusustentavel.com.br/site_v2/php/index.php?req=proximos_eventos&evn_id=60
(acesso: 11/12/2008 - ás 09h50)
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Amazônia - Apoio ao Desenvolvimento Sustentável
Conhecida em âmbito mundial como a maior floresta tropical do mundo - são 4,1 milhões de km2 de florestas somente em território brasileiro - e pelo Rio Amazonas (o maior do mundo em volume de água, com uma bacia de 7.3 milhões de km2 e 1.100 afluentes), a Amazônia é uma região vasta e rica em recursos naturais: possui grandes estoques de madeira, borracha, castanha, peixes, minérios e plantas, das quais se extraem óleos e essências para uso medicinal, cosmético e alimentício, entre outros.A densidade demográfica na região amazônica é baixa (dois habitantes por quilômetro quadrado) e está concentrada, principalmente, em poucas cidades ao longo dos rios. A riqueza cultural, proveniente das diversas etnias indígenas e das várias correntes migratórias, inclui o conhecimento tradicional sobre os usos e a forma de explorar os recursos da floresta sem esgotá-los nem destruir o habitat natural.
A região apresenta índices socio-econômicos muito baixos e enfrenta dificuldades decorrentes da falta de infraestrutura urbana e serviços públicos - como transporte, água tratada e esgoto, energia, comunicação, escolas - bem como de tecnologia. Tais deficiências se traduzem em baixa qualidade de vida e falta de oportunidades para a população, ao mesmo tempo que elevam o custo da produção, dificultam a agregação de valor e o escoamento e, por isso, reduzem a rentabilidade econômica. Nos últimos 40 anos surgiram novas ameaças, como o desmatamento (principalmente devido a queimadas, conversão de terras para a agricultura), ocupação desordenada da terra, uso inadequado do solo e a execução de grandes obras (estradas, barragens, usinas etc) sem que tenham sido tomados os cuidados prévios para minimizar esse impacto.
Para mudar esse cenário, o WWF-Brasil defende a adoção de uma agenda em prol do desenvolvimento sustentável e da conservação da biodiversidade. Para isso, baseia-se no conceito ecorregional, que leva em conta a grande diversidade de paisagens do bioma e o impacto que qualquer elemento físico ou biológico tem sobre os demais. As prioridades são as florestas, os rios e lagos, com sua flora, fauna e os povos que ali habitam.
A idéia básica é valorizar a vocação florestal e aquática da região, conservando e utilizando os recursos naturais de forma racional e duradoura para beneficiar todos os segmentos sociais da região amazônica em particular e do Brasil em geral. Ou seja, assegurar o desenvolvimento econômico e social da região e do país de forma continuada.Para isso, desenvolve três linhas de trabalho:
- Conservação da biodiversidade e parques
- Uso sustentável dos recursos naturais
- Educação Ambiental e Comunicação
Ao mesmo tempo, o WWF-Brasil utiliza uma abordagem ecorregional do bioma, e o trabalho é desenvolvido prioritariamente em duas ecorregiões: Sudoeste da Amazônia (que abrange os estados do Acre, Rondônia e parte do Amazonas) e Várzeas da Amazônia (terras baixas ao longo da calha dos rios Amazonas e Solimões, cobertas por florestas que ficam inundadas durante o período das cheias).
FONTE: http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/meio_ambiente_brasil/amazonia/index.cfm
(acesso: 08/12/2008 ás 19h45)